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Centro de processamento de dados e Consumo de Energia

Os centro de processamento de dados (também chamado de cpd ou data center) são grandes instalações utilizadas para abrigar sistemas computadorizados ou componentes associados, como sistemas de telecomunicações e armazenamento. Geralmente inclui: fontes de backup, conexões de comunicação de dados redundantes, controles ambientais (por exemplo, ar condicionado de precisão e supressão de incêndio) e vários dispositivos de segurança. 

Um centro de processamento de dados pode ocupar uma sala de um edifício ou até mesmo um edifício inteiro. A maior parte do equipamento é muitas vezes na forma de servidores montados em armários de racks de 19 polegadas, que geralmente são colocados em linhas simples formando corredores entre eles.

Isso permite que as pessoas acessem a parte frontal e traseira de cada gabinete. Servidores diferem muito em tamanho. Para armazenar grandes quantidades de dados, eles chegam a ocupar vários metros quadrados. Para armazenar pequenas quantidades eles não passam do tamanho de um simples gabinete de um computador de mesa ou desktop.

A Microsoft possui um centro de processamento de dados em Chicago do tamanho de aproximadamente 40 campos de futebol

O grande problema dos centros de processamento de dados, nos dias de hoje, está no consumo de energia elétrica. Seu equipamento de TI precisa de energia elétrica para funcionar, e sabemos que as tarifas de eletricidade não são uma coisa barata. Felizmente existem soluções de gerenciamento de energia que você pode implementar nos centro de processamento de dados que fazem com seus gabinetes evitem o máximo de desperdício possível e com isso você experimentará economia direta!

Em alguns casos, o consumo de energia contribui para quase metade das despesas operacionais.

Clique aqui e descubra sobre um um importante indicador para medir a eficiência de data centers conhecido como Power Usage Effectiveness – PUE.

O Natural Resources Defense Council (Conselho de Defesa de Recursos Naturais situado nos Estados Unidos) identifica os centros de processamento de dados como um dos maiores consumidores de eletricidade do mundo e é este o consumo que mais cresce nos Estados Unidos. Na verdade, eles estão num caminho para consumir 140 bilhões de quilowatts-hora até 2020.

O principal data center do Google, que fica em Oregon, consome a mesma quantidade de energia que uma cidade de 200.000 habitantes. O prédio foi erguido junto a uma hidrelétrica para que a energia custasse mais barato à empresa.

O primeiro passo para entender o consumo de energia do centro de processamento de dados é medi-lo e fazê-lo de forma eficaz para identificar o desperdício. Apenas verificar o medidor no final do mês não vai lhe dar um histórico completo, é preciso um estudo mais profundo e com acompanhamento de um profissional.

Fique de olho para controlar o consumo de energia

Utilização do Servidor

Não há nada pior do que alimentar servidores que estão totalmente ociosos ou com baixíssima utilização. Em alguns casos, esses servidores não fazem quase nada, mas ainda puxam energia.

Corredores quentes e frios

A técnica de refrigeração mais disseminada em um projeto de centros de processamentos de dados é a disposição dos racks em corredores quente e frio. Esta técnica serve para se controlar a temperatura de forma que o ar refrigerado chegue aos ativos e o ar quente vindo dos servidores seja refrigerado novamente. Nesta técnica, os racks são enfileirados todos com a frente para um mesmo corredor e com a traseira para outro corredor. Na frente do rack o ar resfriado entra por baixo do piso elevado, e, por causa do diferencial de pressão e dos ventiladores ativos dos servidores, este ar é induzido a passar pelo rack, chegando a sua parte traseira. Quando o ar chega à traseira do rack, ele já fez as trocas de calor com os servidores e se encontra em uma temperatura maior (corredor quente). O ar no corredor quente não consegue voltar pelo caminho que veio e tende a subir, sendo recebido novamente pelo refrigerador de ar para ser refrigerado.

Infraestrutura

Piso elevado saturados de cabos, filtros de ar ou água entupidos e dificuldade estrutural em manter a temperatura adequada podem contribuir ainda mais para a queda da eficiência do centro de processamento de dados. Isso não é novidade para muitas organizações que enxergam a necessidade de reduzir o desperdício de energia elétrica. Muitos preferem manter tudo como está, manter o foco na gestão da confiabilidade em detrimento da eficiência.

Em 2 de janeiro de 2013 o cientista  Lance Bishop publicou um artigo para a revista Energy Manager Today no qual ele cita dados surpreendentes como:

  • Em 2010 os Data Centers consumiram 1.3% da energia elétrica do mundo.
  • Em 2013 os Data Centers consumiram 2% do total de energia elétrica gerada nos Estados Unidos.
  • O IDC estimou que entre 2011 e 2013 o volume de conteúdos digitais cresceu para 2,7 zettabytes (ZB), tiveram então um aumento de 48 por cento.

São números que mostram o tamanho do crescimento da informação armazenada e com esse aumento cresce também a necessidade de data centers mais potentes e mais consumo de energia.

Fonte: Belden

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